Olá, gente boa!

Se eu tivesse a oportunidade de apresentar um telejornal, quais notícias vocês gostariam de ouvir? Eu já sei as que adoraria anunciar! Depois do “boa noite”, começaria assim: “O Governo acaba de criar a Secretaria de Estado da Cultura e destina 3% do orçamento estadual à cultura por meio de uma lei”. Seria um verdadeiro avanço! Um orçamento garantido por lei permitiria que a cultura fosse tratada como política de Estado, permitindo um planejamento de longo prazo, com impacto profundo na vida de todos nós.

Outra notícia que me faria sorrir seria algo como: “Em edição extraordinária, o Jornal Nacional anuncia: Jair Messias Bolsonaro acaba de ser preso!” Seria uma grande vitória, especialmente para quem defende a cultura, um setor que sofreu tanto durante o governo dele.

Infelizmente, o governo Bolsonaro veio com o propósito explícito de enfraquecer a cultura no Brasil, tentando moldar tudo ao gosto da cultura de massa e de uma população que ele desejava manter alienada. Para ele e seus aliados, o pensamento crítico era perigoso, uma ameaça ao poder.

Sabiam que a ditadura dos anos 60 e 70 só encontrou resistência porque a cultura manteve o povo informado e com voz ativa. Então, o plano era claro: destruir a cultura antes que ela pudesse atrapalhar os seus projetos sombrios.

Mas, acorda, gente boa! Ainda temos muitos resquícios desse pensamento por aí. E é por isso que não posso, de jeito nenhum, apoiar quem segue esses mesmos ideais e esse mesmo partido. Aqueles que, além de não entenderem nada de gestão cultural, nunca propuseram nada de relevante durante suas legislaturas. Só sabem apontar dedos, criticar e mentir, sem nunca trazer soluções concretas ou viáveis para o nosso setor.

Estou com Luiz Roberto e Fabiano Oliveira, com o número 12, e acredito fortemente na carta-compromisso que eles assinaram, que traz 12 propostas concretas vindas das demandas da nossa área cultural aqui em Aracaju.

Precisamos de gestores que olhem para a cultura com respeito e compromisso, e é por isso que peço o seu voto.

Por tudo isso, sou 12. Vamos juntos construir um futuro melhor!