Olá, gente boa,
No próximo dia 23 de abril, às 16:30, em uma atmosfera iluminada pela Lua cheia rosa, estarei lançando meu primeiro livro no Museu da Gente Sergipana. Batizei essa obra de “Som da História”, um nome que herdei de minha coluna no Site do Instituto Hélvio Dórea e de minha coluna semanal no Cinform.
Tudo começou no início do século XXI, quando, a convite do meu amigo Antônio Rollemberg, estreei um programa dedicado exclusivamente à música sergipana, intitulado “Nossa Música”. Nesse programa, não apenas escrevia os roteiros, selecionava o repertório, dirigia e apresentava todos os sábados, levando a música sergipana aos corações dos sergipanos. O nosso slogan, “O programa que já provou o quanto você já gostava da nossa música e nem sabia”, ecoava a cada transmissão.
Ao longo de diversos textos, fui desenvolvendo uma paixão pela arte de contar histórias e relembrar os nomes que moldaram minha jornada. Fui auxiliado nessa jornada por Jozailton Lima, que sempre me orientava sobre como tornar minhas histórias mais acessíveis a todos. Não me considero um escritor, mas sim um contador de histórias e causos do cotidiano, cuja essência sempre foi a música e a cultura.
Em 2021, decidi celebrar meus 40 anos de dedicação à música e à vida profissional na cultura gravando um álbum com 13 canções cronológicas. Infelizmente, a pandemia inicialmente impediu meus planos, mas no final de 2022, finalmente comecei a gravar as músicas. Convidei Saulinho Ferreira para dirigir e fazer todos os arranjos, e lançamos as canções em setembro de 2023 através da Kuarup em todas as plataformas digitais.
Com o incentivo de Antônio Rollemberg, Manuel Vasconcelos, Denys Leão e Rubens Lisboa, aproveitei as férias impostas pelo sistema político – que por vezes afasta aqueles que consideram como “obstáculos” – e decidi compilar alguns dos artigos de minhas colunas em um livro. Assim nasceu “Som da História – o Livro”.
Selecionamos cuidadosamente 50 artigos e uma poesia popular, prestando uma sincera homenagem a dezenas de artistas e intelectuais do nosso amado Sergipe. Vamos começar a falar sobre o livro durante esses dias até o lançamento. Ode à história começa com as palavras: “Minha alma é de artista e por isso, Como escolher entre a bossa e o baião? Entre a poesia ou a canção? Entre o amor ou a paixão? Adoro Ilma, a sua irreverência,O lirismo de Joésia me seduz, O moderno de Ezio, com tanta coerência. E a ironia inteligente de Ismar, contagia e conduz”…
Ao longo das páginas, faço menção a artistas que sempre fui fã, muitos com os quais convivi e sempre admirei, como Joubert, Adauto, João Mello, Inácio, Mário Jorge, Mario Brito, Hunald Alencar, Alemão e a Coutto Orquestra, Amorosa, Patrícia Polayne, Gena Ribeiro, Rubens Lisboa, Miltinho Goulart, Cecília Cavalcante, Lú Spinell, Jorge Lins, Aglaé Fontes, Lindolfo Amaral, Beatriz Gois, Zé Rolinha, Mestre Deca, Sales, entre tantos outros que você terá o prazer de conhecer através das páginas do Livro Som da História. Continua…
