Olá, gente boa,

Sou formado em Comunicação e já estive dentro de muitas campanhas eleitorais. Conheço um pouco desse jogo — e é justamente por isso que digo, com preocupação: a eleição de 2026 pode virar uma piada de muito mau gosto. E o problema é que quem paga o preço dessa piada é o povo.

No cenário nacional, temos um presidente que já governou o país por três mandatos. Um homem que tirou o Brasil do mapa da fome, ampliou o acesso à universidade, devolveu dignidade aos mais pobres, reposicionou o país no cenário internacional e, mesmo com todas as diferenças, sempre buscou o equilíbrio entre os poderes.

Um homem que enfrentou acusações, foi preso injustamente por um juiz depois desmascarado, e mesmo assim voltou pelo voto popular. Um líder com história, com obra, com entrega.

E ainda assim, uma parte do país insiste em apostar no oposto disso tudo.

Prefere discursos de ódio. Prefere a intolerância. Prefere figuras que nunca construíram nada de relevante, que vivem da política, mas não para o povo — vivem para si. Gente que transforma a ignorância em bandeira e a agressividade em proposta. Comprovadamente bandidos. Que adoram apontar para os outros suas mazelas. Misóginos, Racistas, Entreguistas e fascistas.

Não se trata de gostar de A ou de B. Se trata de escolher entre projeto e vazio. Entre construção e destruição.

Aqui em Sergipe, temos um jovem governador que vem demonstrando uma visão clara de desenvolvimento. Um gestor que enxerga o estado como um território de oportunidades, com obras estruturantes, investimento em turismo, infraestrutura e perspectivas de futuro.

Claro, nem tudo se resolve de imediato. Há problemas históricos — como o caso da DESO, sucateada por décadas — que exigem tempo, planejamento e responsabilidade para serem corrigidos.

Mas há trabalho. Há direção. Há intenção de fazer.

E é exatamente nesse momento que surgem figuras oportunistas. Velhos conhecidos da política, com discursos fáceis, promessas vazias e um histórico que não sustenta o que falam.

Gente que, quando teve a oportunidade de fazer, não fez.

Gestões sem legado, sem transformação, sem compromisso real com o povo. E agora voltam, tentando vender soluções mágicas para problemas que nunca enfrentaram de verdade.

A população precisa entender: a decisão é nossa.

Não é sobre candidato A ou B. É sobre o tipo de vida que queremos ter. Sobre o futuro que estamos construindo — ou destruindo — com nossas escolhas.

Depois não adianta reclamar.

Não adianta chorar pelo leite derramado.

É hora de observar, pesquisar, lembrar, comparar trajetórias e, principalmente, não se deixar enganar.

Porque tem gente que fala em nome de Deus, mas prega o ódio.

E o Deus em que eu acredito… sempre pregou a paz.