Olá gente boa!
Vamos falar sério sobre cultura, mas de um jeito mais legal. Em Sergipe, a coisa é gigante e mega diversa. Tem cultura pra dar e vender, dos batuques nos terreiros até os palcos dos teatros, das quebradas aos centros urbanos cultura e tradição para todos os lados. É muita riqueza, esperando pra ser curtida e compartilhada.
Olha só, de acordo com a Unesco, a cultura é responsável por mais de 48 milhões de jobs, e metade disso vai para as mulheres. É 6,2% de todos os trabalhos que tem por aí. E mais, a cultura também é uma baita chance para os jovens se destacarem, dando aquele oportunidade para eles. Então, não dá pra negar que a cultura é chave pro desenvolvimento do país e desse estado.
Mas, mesmo com um monte de leis tipo, Aldir Blanc, Lei Paulo Gustavo Aldir Blanc 2, Lei Rouanet, Lei do Audiovisual, Lei da Ancine, Lei do Patrimônio Cultural, Lei dos Arquivos, Lei dos Direitos Autorais, Lei do Livro, Lei das Bibliotecas, Estatuto de Museus e Lei do Ibram e outras, ainda tem uns perrengues no caminho.
Os mestres griôs, nossos mestres da cultura popular guardiões das tradições ancestrais, muitas vezes não têm o respeito que merecem e nem as condições de assimilarem essas políticas. A capoeira, que é puro história nossa, ainda luta pra ser reconhecida nas políticas culturais e esportivas. E as comunidades quilombolas, que são verdadeiros tesouros, tão sempre na correria, sem a grana necessária pra fazer as coisas acontecerem.
Esses pepinos não são só burocráticos. Eles tão lá, enraizados nas tretas históricas e sociais do nosso país. Parece que as ferramentas criadas pra valorizar nossa cultura tão sendo usadas de forma meio desligada da realidade, entendeu? Mas, calma aí! A esperança não pode sumir. O futuro da nossa cultura tá na nossa mão, prontinho pra ser moldado. E com um Marco Legal da Cultura mais democrático, a realidade pode melhorar e muito.
Então, é hora da ação, minha gente! É hora de juntar a rapaziada toda e cobrar mudança de verdade. É hora de garantir que cada batida do berimbau, cada verso recitado, cada passinho de dança tenha seu lugarzinho garantido nesse mundão cultural.
Que nossos governantes ouçam o barulho da galera que vive e respira cultura. Que eles trabalhem lado a lado com a gente, construindo um futuro onde a cultura seja mesmo pra todo mundo, onde nenhuma voz seja calada e nenhuma tradição seja deixada de lado.
Nessa parada, a gente precisa se organizar e contar com os esquemas certos, tipo o Tribunal de Contas, que vai ajudar todo mundo a botar os papos em ordem. A Assembleia Legislativa e o Congresso Nacional também tão no jogo, junto com movimentos e a geral. Todo mundo junto por essa herança cultural, visando o bem comum.
Juntos, a gente consegue construir um futuro onde a cultura seja o coração pulsante do nosso Sergipe. Um futuro onde todo mundo se sinta parte de algo maior, orgulhoso das suas raízes e celebrando a sua identidade única.
Que essa jornada seja cheia de perrengues, mas também de vitórias. Que cada obstáculo nos fortaleça ainda mais. Porque só juntos, numa só voz, a gente vai transformar os nossos sonhos em realidade e fazer da cultura brasileira uma luz que brilha no mundo todo.
E, olha só, em 2022, lá na Cidade do México, na parada da ONU, a Cultura foi declarada como um “bem público global”. Então, bora valorizar nossa cultura, porque ela é mais do que festa, é sustentabilidade, identidade e crescimento, é a nossa vida, nosso Talento, é Sergipe, cabra!
*Foto: Josivaldo Oliveira Silva – Aprendendo o Ofício
